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Tribunal de Paris condena quatro homens por assassínio do professor Samuel Paty

Tribunal de Paris condena quatro homens por assassínio do professor Samuel Paty

O tribunal criminal de recurso de Paris condenou quatro homens a penas de prisão de seis a 15 anos, por envolvimento no assassínio do professor de História e Geografia Samuel Paty por um jihadista checheno em 2020.

Lusa /
António Antunes - RTP

As penas mais pesadas, de 10 e 15 anos, foram pronunciadas contra um pai de aluno, Brahim Chnina, de 54 anos, e um militante islamita, Abdelhakim Sefrioui, de 66, por terem iniciado a campanha de ódio nas redes sociais contra o docente, de 47 anos.

Esta campanha, iniciada depois de o professor ter mostrado caricaturas de Maomé durante as aulas, a propósito da liberdade de expressão, só parou depois da decapitação de Paty por Abdoullakh Anzorov, de 18 anos,

Dois próximos do assassino, Naïm Boudaoud, de 24 anos, e Azim Epsirkhanov, de 25, foram condenados a seis e sete anos de prisão, por associação de malfeitores, mas sem cargas terroristas.

Foram condenados por terem conduzido Anzorov e ajudá-lo a obter armas.

O crime foi cometido em 16 de outubro de 2020, perto da escola onde Paty dava aulas, em Conflans-Sainte-Honorine, perto de Paris.

O assassino foi abatido pela polícia.

 

 

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